Culto da Família neste sábado em Pedrinhas

20/08/2009

Como líder congregacional temos a responsabilidade de suprir as necessidades espirituais de todos os grupos que compõe a congregação local, por isso desenvolvemos uma escala programada de cultos temáticos nas quintas-feiras.  O CULTO DA FAMÍLIA é realizado na terceira quinta-feira do mês, com o propósito de reunir as famílias e juntos refletirmos sobre os conflitos e problemáticas do cotidiano, buscando orientação e esperança na Palavra de Deus.

O Culto da Família é um trabalho embasado na oração e na exposição da Bíblia sagrada, pois entendemos que não existe congregação sadia, quando as famílias vivem em constantes conflitos. Não nos propormos a eliminar os problemas familiares, mas minimizá-los à luz das Escrituras.

Em razão de motivo especial, estaremos realizando o CULTO DA FAMÍLIA especialmente neste sábado (22). Desde já lhe convidamos a participar em nome Jesus.

Transcrevo abaixo a temática expositiva do nosso primeiro Culto da Família, realizado no dia 16 de julho:

“Vós mulheres, sede submissas a vossos próprios maridos, como convém no Senhor. Vós maridos, amai a vossas mulheres, e não as trateis asperamente.” (Colossenses 3.18,19)

Nos dias de Paulo, mulheres, crianças e servos deveriam se sujeitar ao chefe da família – os servos se sujeitariam até serem livres; os meninos, até crescerem; e as mulheres e meninas, pela vida toda. Paulo apresentou regras para três grupos de relacionamentos familiares: (1) maridos e mulheres; (2) pais e filhos e (3) senhores e servos.

Em cada caso, há uma responsabilidade mútua de se sujeitar e amar, obedecer e encorajar, trabalhar com afinco e ser justo. Hoje vamos nos limitar a comentar apenas o primeiro ponto, tendo em vista o caráter do nosso enfoque devocional do Culto da Família.

A orientação de Paulo as mulheres cristãs tem a função de preservar a ordem hierárquica estabelecida por Cristo aos seus seguidores. Paulo orienta que as irmãs casadas, obedeçam à autoridade do seu marido – obediência em amor, de boa vontade, “como ao Senhor” .

O apóstolo tem em mente que as mulheres acatem sua orientação, pois este ensinamento “convém no Senhor”, ou seja, é prática comum àquelas que fazem profissão da genuína fé cristã.

De acordo com a Bíblia, o homem é a cabeça espiritual da família, e a sua mulher deve reconhecer a sua liderança. Não deve existir uma batalha constante por poder no relacionamento conjugal do cristão.  A submissão raramente é um problema nos lares onde o casal possui um íntimo relacionamento com Cristo e onde cada um está preocupado coma felicidade do outro.

Sujeitar-se a outra pessoa é um conceito freqüentemente mal-entendido. Ele não significa tornar-se um capacho. Cristo sujeitou a sua vontade ao Pai; nós honramos a Cristo quando seguimos o seu exemplo.

Após esta benfazeja orientação pastoral as mulheres, Paulo volta-se para o cabeça do lar – o marido. Seu conselho contrapõe o costume romano de dar poder ilimitado ao chefe da família, concedendo ao marido um autoritarismo abusivo, coercitivo, baseado na aplicação da força e da violência. O homem romano comumente tratava a mulher como um objeto de prazer sexual, e ou como uma serviçal.

O marido cristão, nascido de novo, aconselhado pelo apóstolo é conduzido a um novo nível de relacionamento conjugal, agora baseado na força do amor, do respeito e do companheirismo. A verdadeira liderança espiritual em Cristo envolve serviço. Da mesma forma que o Senhor serviu aos discípulos, até mesmo a ponto de lavar seus pés, assim o marido deve servir à sua esposa. Isto significa colocar de lado os seus interesses próprios, a fim de cuidar de sua família.


Você quer namorar? – Parte Final

16/08/2009

Publicamos neste post a conclusão do material temático da primeira palestra ministrada para os jovens da Assembléia de Deus em Pedrinhas.

1. TÁ PRONTO PARA UM RELACIONAMENTO SÉRIO?

Na adolescência, tudo passa pela cabeça, menos os compro­missos sérios. Sei o quanto é divertido viver apenas para o prazer, mas o que adianta ter alguns momentos de prazer e, depois, uma vida inteira de problemas?

Por outro lado, querer namorar sério quando ainda não se está preparado para isso é fazer a coisa errada na hora errada.

O namoro — namoro de verdade — só faz sentido quando se tem em mente um compromisso bem mais sério: o casamento. E entendo como é difícil para um adolescente pensar em namoro sério.

Sem dúvidas, nessa idade, o “ficar” é muito mais interessante. E os sexólogos de plantão estão por aí dizendo que “ficar” é a melhor coisa. Dizem: “Desde que haja prevenção contra doenças sexual­mente transmissíveis, você pode fazer tudo o que seu coração man­dar”. Mas tenha cuidado com o seu coração!

2. COMO O JOVEM CRENTE DEVE ENCARAR O NAMORO?

Antigamente o conceito de namoro era bem diferente: o casal de namorados limitava-se a pegar na mão e sentar junto no sofá, ou nem isso. Namorava-se na casa dos pais. Na minha época, isso já era diferente… E hoje o conceito secular de namoro é bem mais liberal.

Basta prestar atenção às propagandas referentes ao Dia dos Na­morados para perceber que a ênfase recai no sexo. Para a sociedade moderna, namoro sem sexo não é namoro.

Era comum, antes, os rapazes pedirem ao pai da moça para namorá-la. Agora, tudo se resolve entre eles mesmos, sem que a família saiba.

Como o jovem cristão deve encarar o namoro? Quando maduro, preparado para um relacionamento sério, deve encará-lo com res­ponsabilidade, observando que a palavra “amor” não está contida em “namoro” por acaso. O namoro verdadeiro deve ser vivido por pesso­as que se amam, e não por aquelas que têm atrações passageiras.

A finalidade do namoro é proporcionar um maior conhecimen­to mútuo. Namorar é assumir uma relação fixa diante da família, dos amigos e dos colegas de escola. É ter compromisso, fidelida­de, companheirismo. O namoro deve ter como objetivo o casamento. Esse é o conceito cristão, que difere em “gênero, número e grau” do secular.


Ficar ou namorar? – Parte 1

13/08/2009

Disponibilizo a primeira parte do material utilizado na palestra ministrada à mocidade da Assembléia de Deus em Pedrinhas no mês de julho.

Hoje, quinta-feira (13), estaremos abordando a temática: Você, o leão, o urso e o gigante. Como vencer as tentações!

FICAR OU NAMORAR?
1. O QUE É FICAR?
Ficar é um tipo de relacionamento moderno, algo diferente do convencional.
O “fica” ocorre quan­do duas pessoas começam a fazer certas coisas que amigos não fazem, como trocar pequenos “selinhos”. Geralmente, é o momento que determina, é a busca do prazer pelo prazer sem nenhum envolvimento efetivo ou qualquer comprometimento.

2. É PECADO FICAR?
O “ficar” é focado exclusivamente no prazer sem responsabilida­de — aquele em que o rapaz “pega” várias meninas na mesma noite. Criou-se uma cultura em que a maioria dos adolescentes vê os relacionamentos como pura diversão.

Entre os jovens existem a diversão de “ficar” com o maior número de pessoas numa mes­ma noite. O que você acha disso?

Para os jovens que não temem a Deus é motivo de orgulho. Mas esteja certo de uma coisa: o hábito de “fi­car” é pecaminoso e surgiu entre as pessoas mundanas. Lembra-se do que a Bíblia diz em 1 João 2.15? “Não ameis o mundo, nem o que no mundo há…”

Se você já se perguntou se “ficar” é certo ou errado, mas conti­nua “ficando”, infelizmente está pecando duas vezes: primeiro porque o “ficar”, em si, já é pecaminoso, por ser um relacionamento íntimo e sem compromisso. Segundo, fazer algo sem convicção da aprovação de Deus é outro pecado (Rm 14.23).

Há psicólogos dizendo que “ficar” não tem nada demais, desde que não haja exageros. Dizem que é “ficando” que o adolescente desenvolve a afetividade, conhece melhor seu corpo e suas reações. E mais: com a experiência adquirida, pode estar preparado para um relacionamento duradouro.

Não acredite nisso! Relacionar-se com alguém quando se está em fase de amadurecimento, principalmente na condição de “ficante”, nunca é um bom negócio.

3. VALE A PENA FICAR?

Quem “fica” envolve-se em relacionamentos superficiais, sem com­promisso, irresponsáveis, perigosos e pecaminosos.

Os prazeres do mundo sempre parecem superiores aos que podem ser desfrutados na presença de Deus. Mas quando, de fato, usufruímos da verdadeira comunhão com o Senhor, vemos quanto tempo perdemos por querer “curtir” a vida.

Se você ainda não está maduro, ocupe-se, prepare-se para a vida. Nada de “ficar”! O que adianta “pegar” todos ou todas, e depois casar-se para ser infeliz?

Num outro momento postaremos a continuidade desta matéria.

Texto extraído do livro Adolescentes S/A. Ed. CPAD. 2005.


AD em Pedrinhas realiza ciclo de palestras para a mocidade

11/08/2009

Na segunda quinta-feira de cada mês a mocidade da Assembléia de Deus em Pedrinha vem participando de um ciclo de palestras extraídas do livro Adolescente S/A, publicação CPAD, do pastor Ciro Sanches Zibordi.

A palestra é ministrada por nós, dirigente daquela congregação, objetivando a integração e o fortalecimento da juventude assembleiana.

Abordamos temas como relacionamentos interpessoais, namoro, sexo e casamento e outras temáticas relacionadas a adolescência. As palestras obedecem a um método de perguntas e respostas, mediante o material exposto na ministração verbal e através de apostilas.

Nesta quinta estaremos realizando mais uma reunião a partir das 19 horas, seja bem vindo!